Em 2015, o Pará foi o segundo estado da Região Norte com maior perda de empregos formais, ficando atrás apenas do Amazonas, segundo o Dieese/PA. Na análise entre admitidos e desligados, o saldo foi negativo em cerca de 24 mil postos de trabalhos. Esta situação ocorreu pela primeira vez nos últimos 10 anos. Em 2014, o saldo foi positivo em cerca de 37 mil empregos.

O estudo do Dieese leva em consideração dados oficiais do Ministério do Trabalho nos diversos setores da economia. A maioria dos setores apresentou resultados negativos, com destaque para a Construção Civil, com queda de 15,22%; seguida do setor da Agropecuária, com queda de 3,67%; setor da Indústria de Transformação, com queda de 1,69% e setor Comércio, com queda de 0,59%. No mesmo período, apenas o setor Extrativo Mineral apresentou saldo positivo na geração de empregos, com crescimento de 0,80%.

Todos os estados apresentaram queda na geração de empregos formais em 2015. No período analisado, o Amazonas foi quem apresentou a maior perda de empregos formais, com saldo negativo de 28.217 postos de trabalhos; seguido do Pará, com a perda de 23.937 postos de trabalhos; de Rondônia, com a perda de 13.129; do Amapá, com a perda de 3.974 postos de trabalhos e do Acre, com a perda de 1.368 postos de trabalhos.

Em todo o Norte, foram feitas em 2015, 762.756 admissões contra 833.478 desligamentos gerando um saldo negativo de 70.722 postos de trabalhos.

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