A partir das 8 horas de hoje, os policiais civis em serviço paralisarão suas atividades por 24 horas em forma de protesto contra a gestão estadual que deixou de efetuar os pagamentos previstos na Lei 2.851/2014 referentes ao alinhamento de carreira da categoria previsto para janeiro do ano passado.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol), Moisemar Marinho, o governo não cumpriu o acordo, com isso, os servidores paralisaram suas atividades por 45 dias, mas decidiram retomar suas atividades após um acordo da gestão que efetuaria o pagamento em janeiro deste ano.

Com a falta de repasses, a categoria manifestará na Assembleia Legislativa e após seguirá para o Hemocentro para doar sangue, cumprindo o acerto realizado durante audiência de ação declaratória de ilegalidade e abusividade da greve, realizada no final do ano passado, que converteu as multas referentes à ilegalidade da greve.

Secad

A Secretaria da Administração (Secad) informou que o retroativo de 2015 da categoria é de R$ 40.221.108,20, e que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), referente à Lei 2.851/2014 tramita na Justiça e prevê impacto mensal de 59,27%, ou seja, um total de R$ 442.544.304,79.

A pasta informou ainda que o salário inicial para os cargos da Polícia Civil é de R$ 4.981,88, mas que a média salarial é superior aos R$ 7 mil, porém se a lei for posta em prática, em 2018, o salário inicial será de R$ 11.133,31, e a média salarial será de R$ 17.271,41, e que os valores são impraticáveis neste momento de crise. (Jornal do Tocantins)

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