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O vereador José Ernesto da Silva Branco (PHS), de Goianésia do Pará, foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira. O crime aconteceu menos de um mês após o assassinato do prefeito de Goianésia do Pará, José Gomes da Silva (PR), que foi morto durante um velório. Equipes da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, que já estavam no município investigando a morte do prefeito, também vão apurar as circunstâncias do crime contra o vereador.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, dois homens que estariam em uma moto de cor vermelha, placa não identificada, se aproximaram de José Ernesto e o chamaram pelo nome. Em seguida, efetuaram os disparos e saíram em fuga em direção ao município vizinho de Jacundá.
Policiais já fizeram levantamentos no local em busca de testemunhas e imagens de câmeras de segurança que ajudem a identificar os suspeitos. Como as investigações estão no início nenhuma hipótese quanto a motivação do crime será descartada até que o trabalho dos policiais seja aprofundado.

Prefeito assassinado

O então prefeito de Goianésia do Pará, distante cerca de 350 quilômetros de Belém, João Gomes da Silva, 62, conhecido como “Russo”, foi morto a tiros na noite do dia 24 de janeiro de 2016, quando participava do velório de um amigo da família.

Um homem que já estava no local fez os disparos contra o político e fugiu de moto com o apoio de um comparsa que o aguardava na área externa de onde ocorria o velório. A esposa de Russo chegou a ser atingida por um disparo na perna, mas passa bem.

O crime assustou os moradores da pequena cidade de 35 mil habitantes. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) enviou uma equipe de policiais civis e militares para o município. De acordo com o delegado João Bosco Rodrigues, diretor de Polícia do Interior (DPI), as investigações contam com quatro equipes de trabalho: a DPI, que é formada por policiais de Belém e da superintendência regional do Lago de Tucuruí; a da divisão de homicídios, que preside as investigações com o delegado Marco Antônio; uma equipe de Marabá; além da equipe local que já foi reforçada com um destacamento de quatro guarnições da Rotam e do grupo Tático da Polícia Militar.

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