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O vice-governador Zequinha Marinho defende que o Pará esteja entre os maiores produtores de leite e derivados. Este ano ele começou a organizar reuniões com outros órgãos do governo para tratar do assunto. Com esse objetivo, esteve reunido com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepara), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

No encontro foi feita uma análise do projeto Balde Cheio, em execução em alguns Estados brasileiros, capitaneado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) a partir do modelo que vem sendo usado em Tocantins. O objetivo do projeto é promover o desenvolvimento sustentável da pecuária leiteira por meio da transferência de tecnologia, atendendo entidades públicas e os produtores de leite. A metodologia usa a “sala de aula prática”, com pesquisadores e produtores atuando juntos para a troca de experiências, permitindo a fixação da família no meio rural.

Para o vice-governador, é ainda um começo de trabalho, mas é uma iniciativa que tem que ter continuidade, visando o desenvolvimento do Estado. “Para haver uma mudança de comportamento é preciso formação. É um processo longo e que envolve o poder público, os produtores rurais, todos os envolvidos nessa cadeia produtiva do leite. Temos que entrar no mundo produtivo e competitivo, até para podermos atrair indústrias. Temos que produzir mais e com qualidade”, observou Zequinha Marinho.

O diretor geral da Adepará, Luciano Guedes, falou do desafio a ser transposto e do quanto o Pará tem todas as especificidades necessárias para esse tipo de indústria da pecuária. “É um desafio que vale a pena ser encarado. Temos todos os recursos naturais apropriados para termos uma alta produção de leite. Precisamos qualificar o produtor e monitorar a qualidade e a melhor remuneração”, destacou. (Com informações de Tylon Maués, da Ascom Adepará)

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