Operários de uma empresa que presta serviço para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estiveram na última segunda-feira (13) no quilômetro 85 da BR-230, a Transamazônica, para fazer reparos na pista, entre os municípios de Brasil Novo e Medicilândia, no sudoeste do Pará. Eles fizeram um aterro provisório na cratera que abriu no asfalto para liberar o tráfego de veículos.

A cratera tomou conta da pista, tornando a rodovia intrafegável na tarde do último domingo (12). As barras de proteção na lateral da rodovia ficaram soltas depois que o aterro no local começou a desmoronar.

Segundo moradores, os problemas surgiram com as chuvas intensas na região. “Foi abrindo uma brechinha e foi indo, chovendo muito, foi se rompendo e deslizou a terra”, conta o agricultor Antônio Pedrosa.

Reparo provisório

Funcionários do Dnit usaram máquinas transportando areia e rochas para improvisar uma passagem. Até carretas e caminhões de carga conseguem atravessar no trecho. Mas o serviço é provisório, pois parte do asfalto continua a ceder.

O trecho foi pavimentado há cerca de 5 anos e por conta da abertura da cratera, uma equipe de técnicos a serviço do Dnit esteve no local para avaliar as condições do solo e apresentar um projeto de recuperação definitiva do trecho.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) sinalizou o trecho para evitar acidentes.

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