Os atendimentos conveniados ao Plansaúde foram novamente suspensos no Estado. A alegação do Sindicato de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Tocantins (Sindessto) é a de que o acordo com o governo referente ao pagamento dos 30% do mês de dezembro não foi cumprido.

Segundo a presidente do Sindessto, Maria Lúcia Machado de Castro, o repasse dos 30% referente a dezembro era para ser feito no dia 4 de março e, como não foi creditado até a última segunda-feira, os atendimentos ficarão suspensos até a normalização dos pagamentos. “Fizemos uma assembleia onde foi decidido que só voltaremos quando recebermos as parcelas de novembro e dezembro passado integralmente”, explicou.

No cronograma ficou definido que dezembro seria pago até o dia 4 de março. Já o pagamento integral referente a janeiro deste ano à pessoa física e os 705 restantes à pessoa jurídica sairia até o dia 20. No dia 15 de abril estava previsto o pagamento de fevereiro deste ano à pessoa física e novembro passado à pessoa jurídica, além da realização de uma nova reunião entre as partes.

A Secretaria da Administração (Secad) informou que, conforme acordado em reunião com o sindicato no dia 29 de fevereiro, foi feito o repasse referente ao mês de dezembro do ano passado e que não há justificativa para nova paralisação dos serviços.

Justiça

No dia 28 de fevereiro passado, a juíza Silvana Maria Parfieniuk deferiu liminar pedida em ação civil pública proposta pela Defensoria Pública do Estado (DPE) contra o governo e a Federação Unimed Centro-Oeste devido às suspeitas de irregularidades na gestão do Plansaúde. Na liminar, a juíza determinou o pagamento de R$ 29.301.897.47 aos prestadores de serviço do Plansaúde no prazo de dez dias. (Jornal do Tocantins)

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