Sem títuloEm Parauapebas, no sudoeste do Pará, um grupo de camponesas ligadas ao Movimento Sem Terra (MST) impediu o acesso de trabalhadores de uma mineradora às minas de Serra dos Carajás nesta terça-feira (8). Em nota, a Vale declarou que respeita e valoriza o direito constitucional de livre manifestação pacífica.

Segundo o coordenador do MST no Pará, Ulisses Manaças, as manifestantes seguiam em uma passeata pacífica pelo Dia Internacional da Mulher e se concentraram na portaria da mineradora que dá acesso a Serra dos Carajás para protestar contra os crimes ambientais quando foram reprimidas pela Polícia Militar, que lançou bombas de efeito moral para dispersar o grupo.

Ainda de acordo com Manaças, a manifestação se encerrou no início da tarde, e algumas participantes do movimento foram detidas pela PM. A portaria da mina de ferro foi liberada.

Em nota, a vela declarou que “desde o dia 5 de novembro, quando houve o acidente na barragem da Samarco, em Mariana, a empresa está concentrada em oferecer total apoio às ações de remediação e medidas de recuperação social, ambiental e econômica das regiões atingidas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Da mesma forma, a Vale participou ativamente da elaboração do acordo assinado com o Governo Federal no último dia 2 de março. Mais uma vez, a empresa informa que não medirá esforços para continuar apoiando as ações emergenciais que vêm sendo conduzidas pela Samarco nestas localidades, bem como ajudar na recuperação ambiental do Rio Doce.”

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