A convocação de mais de 4 mil candidatos aprovados nos concursos de 2006, que foi prorrogado até 2008 e do realizado em 2012, ainda, não foi suficiente para atender a demanda de pessoal do Município de Imperatriz. Apesar disso, é remota a possibilidade da realização de concurso público pelo município neste último ano de gestão do prefeito Sebastião Madeira.

O secretário de Administração e Modernização, Iramar Cândido disse em entrevista exclusiva ao Imirante Imperatriz que, ao todo, foram convocados 4.358 servidores para o quadro efetivo, mas nem todos assumiram.

“Muitos desse quadro se afastaram. Para você ter um dado, nesse ano de 2015 se afastaram 159 servidores, a pedido, por processo administrativo ou falecimento. Então existe todo ano uma demanda crescente porque saem servidores e outros precisam ocupar os cargos”, destacou.

A Educação é a área que mais recebe servidores por vários motivos como a reformulação do quadro, a criação de escolas e a aposentadoria de professores.

“O número muito grande então tem que está sempre oxigenando para repor esse quadro”, complementou Iramar Cândido em entrevista recente.

Sobre o último concurso homologado em 2013, o prazo de convocação vence em janeiro de 2017. O titular da Seamo disse que é possível que só o próximo gestor faça convocação, caso julgue necessário ou realize outro certame.

“Quanto a concurso já se percebe alguma necessidade. Então hoje o que nos limita mesmo é a questão econômica, mas podemos observar aí no segundo semestre se há condições para isso ou deixar a cargo do próximo gestor, visto que essa conta já vai entrar para o próximo gestor”, avisou Iramar Cândido.

Cândido informou, também, que a prefeitura tem hoje aproximadamente 7.200 servidores concursados no quatro efetivo.

A folha de pagamento dos servidores é chamada pelo secretário como vegetativa em razão da implementação de direitos dos trabalhadores como os anuênios, um acréscimo ao salário a cada aniversário de admissão, entre outros. Além do aumento das despesas, também há o problema de receitas curtas, mas apesar
disso, Cândido disse que o município mantém o equilíbrio fiscal, conforme prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). (iMirante)

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