Dois dos nomes mais fortes do Partido Social Cristão (PSC) podem se desligar em breve: Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência em 2018, e Marco Feliciano, cuja intenção é se candidatar ao Senado nas próximas eleições. O primeiro foi o deputado mais votado no Rio em 2014 (465 mil votos) e o segundo teve a terceira melhor colocação no pleito paulista (398 mil).

Bolsonaro já havia deixado claro que não ڳcaria no PSC. Ele se diz decepcionado com a aliança no Maranhão, em 2016, entre o PSC e o governo de Flávio Dino, do PC do B, que seria inconciliável com sua ideologia de direita. Com o pai, debandariam três ڳlhos: o primogênito Flávio, o caçula Carlos e também Eduardo.

De acordo com informações da Folha de São Paulo, Feliciano estaria vendo o PSC balançado e já estaria conversando com outros partidos. Questionado, ele apenas reaڳrmou a intenção de candidatura ao Senado em 2018.

Com esses desligamentos, o PSC poderia se prejudicar com a lei, em votação no Senado, que estrangula partidos nanicos ao limitar dinheiro do fundo partidário às siglas incapazes de obter 2% dos votos totais para a Câmara.

Entrevistado pela reportagem da Folha, o presidente do PSC, Pastor Everaldo, disse desconhecer a insatisfação de Feliciano. Sobre Bolsonaro, a rmou que “as torcidas do Flamengo e do Botafogo estão sabendo do problema dele [com a gente]”.

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