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A Comissão de Combate ao Caixa 2 Eleitoral e em Defesa do Voto Consciente divulgou, nesta quarta-feira, 25 de maio, nota pública na qual considera a escolha do deputado federal Lázaro Botelho para coordenar a bancada tocantinense no Congresso Nacional como “inapropriada, desgastante e inoportuna”. Com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal), Lázaro Botelho é investigado pela Procuradoria Geral da República na operação Lava Jato, que aponto desvios bilionários da Petrobras.

Para a comissão, que segue linhada adotada pela OAB Nacional, a escolha Lázaro Botelho pelos deputados federais e senadores do Estado como coordenador passa “uma péssima imagem dos políticos do Tocantins” para a sociedade.

A nota lembra que, nesta semana, um ministro do governo federal interino foi apeado da gestão por problemas com a Lava Jato. Além disso, a comissão sustenta que Lázaro Botelho só deveria ser alçado ao comando da bancada após a investigação contra ele ser devidamente arquivada e não quando o trâmite do processo está em andamento.

“A comissão entende que Lázaro Botelho é investigado e, claro, não pode ser considerado um réu e nem muito menos culpado. Porém, o país passa por momentos nos quais são mais do que necessário dar exemplos positivos, tanto que a OAB Nacional se posicionou firmemente contra investigados na Lava Jato no ministério do governo federal interino. Nossa comissão, assim, adota o mesmo princípio da entidade maior dos advogados”, destaca a nota.

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