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Nesta segunda-feira, 23, o Governo do Estado do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), se pronunciou sobre a ação das Prefeituras de Sampaio e Praia Norte, que devido o estado precário das rodovias TO 403 e 404, resolveram realizarem em conjunto uma ação paliativa para amenizar os problemas das vias.

Leia o que o Governo do Estado diz:

O Governo do Estado do Tocantins, por meio Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), em resposta à matéria veiculada no site da FOLHA DO BICO no dia 22 do corrente, em que foi noticiado que as Prefeituras de Praia Norte e Sampaio estariam colocando cascalho sobre as pistas que dão acesso a aquelas cidades, esclarecemos:

Dia 16 de abril o Governador assinou Ordem de Serviços para a restauração de quase toda a malha rodoviária da Região do Bico do Papagaio. A empresa Jurema está autorizada a executar todo o serviço contratado.

A empresa contratada tem 180 dias para realizar todos os serviços preliminares do contrato, onde inclui a mobilização do equipamento, a contratação de pessoal, a instalação e a adequação do canteiro de obras, a roçagem, o tapa buracos e a limpeza de toda a malha. Estão sendo iniciados nesta data, conforme informação da própria empresa, o tapa-buracos entre a divisa dos estados de Tocantins e Maranhão e a cidade de Sítio Novo, com a programação de estender até a BR-230 (Transaraguaia) e em seguida completará toda a malha do Bico do Papagaio.

Os recursos anunciados pelo Governador estão disponíveis. A medida que os serviços forem executados os respectivos pagamentos estarão sendo feitos, portanto a empresa não tem e não terá motivos para não realizá-los.

A restauração da malha rodoviária obedece a um projeto rico de detalhes e minúcias. A construtora tendo em mãos esse projeto vai fazer as marcações da pista para obedecer cada subtrecho descrito. Isso, feito com a responsabilidade que a fiscalização exige, leva algum tempo.

O material de jazida aplicado na pista (cascalho) deve ser submetido a ensaios de análise laboratoriais visando atender a qualidade exigida tecnicamente. Isso precisa de tempo e cuidados. O que os municípios estão fazendo, embora possam estar carregados de boa intenção, na verdade está atrapalhando o bom andamento das obras. Por quê?  Esse material aplicado não atende a especificação. Não foi analisado e muito menos aprovado pela fiscalização, então o que vai se fazer com esse material? Retira-lo totalmente e retirá-lo é muito mais dispendioso do que colocá-lo.

Nesta situação, se o Estado contribuísse com os municípios para fazer esses reparos, além de ilegal, uma vez que há uma empresa contratada para isso, seria antieconômico, porque todo esse material será retirado e substituído.

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