Diretor regional de ensino de Tocantinópolis, Dorismar Carvalho de Sousa
Diretor regional de ensino de Tocantinópolis, Dorismar Carvalho de Sousa

Neste sábado, 21, o diretor regional de ensino de Tocantinópolis, Dorismar Carvalho de Sousa, saiu em defesa do governador, Marcelo Miranda (PMDB) e acudiu o gestor quanto aos protestos e vaias enfrentadas na última quinta-feira, 19, durante visita a Feira da Agricultura Familiar de Palmeiras do Tocantins (Feapa), onde professores da rede estadual cobraram o pagamento da data-base e das progressões.

Segundo Dorisvan Carvalho, o número de professores envolvidos no protesto e presentes no evento, não foram confirmados pela Polícia Militar e pela organização da Feapa. O diretor disse ainda, que a assessoria do governador, garantiu que Marcelo Miranda cumpriu a agenda previamente encaminhada para o seu gabinete, que era de visitar todos os espaços da Feira e que o discurso não foi feito porque não estaria na pauta.

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Dorisvan ainda defendeu Marcelo Miranda quanto as faixas e gritos de caloteiro, claramente escritas e proferidas pelos protestantes. “Segundo o dicionário Aurélio, “caloteiro”, de acordo veiculado na matéria, é divida que não foi paga por falta de vontade ou de ma fé, título que não cabe no contexto, visto que o não cumprimento dos acordos, conforme informou o secretário de governo e articulação política, às entidades sindicais, se deve à conjuntura econômica e às dificuldades financeiras do Estado em função da frustração de receita do governo. A capacidade financeira atual é preocupante e o Tocantins é o estado que mais depende de repasses federais no país, mas a prioridade do governo é não deixar o pagamento mensal dos servidores atrasar. E isto ele vem garantindo”, defendeu o diretor regional de ensino.

“Afirmo ainda, que o governo sempre busca cumprir com os compromissos firmados com a categoria, prova disso são os diversos diálogos com entidades sindicais e sociedade em geral com o objetivo de buscar soluções dentro das condições financeiras do Estado, em observância à Lei de Responsabilidade Fiscal”, finalizou.

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