O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) caiu em desgraça no PSDB, partido para o qual migrou em 2014. Assim que a lista de delatados por executivos da Odebrecht veio à tona, ele subiu à tribuna para pedir punição, renúncia e até a prisão para os envolvidos.

Não demorou para que sofresse represália: deixou de poder indicar um afilhado para um cargo no Planalto, não almoça mais com os colegas correligionários e pode perder a presidência da legenda em seu estado.

Ataídes só se esqueceu de que Aécio Neves, presidente do partido, estava entre os citados pelos delatores da Odebrecht. Aécio foi afastado do cargo pelo presidente do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira, 18, após revelações de que pediu e recebeu propina da JBS.

Após a publicação da informação, o senador Ataídes Oliveira procurou a coluna para afirmar que é “queridíssimo dentro do partido”. Segundo Oliveira, sua relação está “ótima” e que não tem sofrido represália. A Coluna Expresso mantém o que informou. (Coluna Expresso/Revista Época)

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