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Com os escândalos políticos que passaram a se tornar fato constante em meio a comunidade esperantinense e com a acusação do Ministério Público Estadual (MPE), de fraude e superfaturamento de obra inexistente feitas pela Prefeitura de Esperantina, a Câmara Municipal começa a analisar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar supostos atos de corrupção envolvendo a prefeito Bina (PRB) e o Partido dos Trabalhadores (PT).

As denúncias do MPE são claras e os fatos concretos, como o promotor de Justiça Paulo Sérgio Ferreira de Almeida, relata na Ação Civil, sobre obras inexistentes e superfaturadas em Esperantina. Os vereadores querem incluir o PT na CPI, pois o partido e seus membros, participavam diretamente de todas as decisões da gestão municipal, e, só acabou saindo do governo, após a revelação de um outro esquema de corrupção, que consistia no desvio de dinheiro público, por meio de notas de combustível, que eram trocadas em posto da cidade.

Bina ainda não recebeu a intimação da Justiça para apresentar sua argumentação, mas o documento deve chegar as mãos do prefeito nos próximos dias. Após receber o documento, Bina terá um prazo para apresentar sua versão sobre os fatos e a partir daí, o juiz Jeferson David Asevedo Ramos, deve confirmar ou não o afastamento de Bina e o bloqueio dos bens.

O Mistério Público pede também o ressarcimento integral do dano causado ao patrimônio público, perda da função pública e suspensão dos direitos políticos do gestor, e a paralisação da obra na vicinal que liga Esperantina ao povoado São Francisco.

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