No final da tarde desta segunda-feira, 8, aconteceu mais uma rodada nas negociações entre governo do Estado e sindicatos, sobre o pagamento da data-base, na sede da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan). Na ocasião, o governo apresentou a mesma proposta de pagar os 8,34% da data-base em duas parcelas, sendo uma em junho e a outra em novembro e as progressões só a partir de 2016.

De acordo com o secretário de Administração, Geferson Oliveira, não há condições financeiras no Estado, para pagar a data-base e as progressões de imediato, como pedem os sindicatos que representam os servidores. “O discurso do governo é único. Dentro das condições financeiras que o Estado tem hoje, o governo vai agir de maneira responsável. Não vamos comprometer o pagamento dos salários”, afirmou o secretário.

Segundo ele, a decisão é de gestão financeira e não política.  “O que o Estado está fazendo é se posicionando. Existe uma posição definitiva do governo, com está proposta, que é excelente pelo momento em que o País e o Estado vivem”, afirmou o secretário, acrescentando: “Esperamos bom senso dos servidores, para aceitar a proposta”. Ele disse ainda que não existe um entendimento para redução da carga horária neste momento.

Servidores

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, afirmou que a proposta é “totalmente inviável para os servidores”. O sindicato recebeu um relatório de gestão do desempenho fiscal do Estado, para ser analisado pela categoria. (Jornal do Tocantins/Colaborou Talita Melz)

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