O governador Marcelo Miranda (PMDB) e o ex-governador Siqueira Campos (PSDB) informaram, na noite de hoje, por meio de nota, que vão recorrer da decisão da Justiça que determinou liminarmente a indisponibilidade de bens imóveis, no valor de até R$ 10,68 milhões. A decisão do juiz auxiliar do Núcleo de Apoio às Comarcas (Nacom) Manuel de Faria Reis Neto, do último dia 10, foi proferida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Estadual (MPE), que  aponta supostas irregularidades oriundas do contrato 403/98, de 1998, para  a construção, execução e pagamentos da ponte sobre o Rio Manuel Alves Grande, do município de Campos Lindos, a 491 quilômetros de Palmas, na região .

Na nota, Marcelo Miranda esclareceu que “o contrato para realização das referidas obras foi efetivado na gestão do então governador Siqueira Campos e que ele não foi ordenador de despesas do mesmo”.

Por sua vez, Siqueira Campos diz discordar de sua inclusão na ação em que o Ministério Público questiona a execução de obras no Estado. Por meio de sua assessoria jurídica, o ex-governador sustenta que as acusações são equivocadas, e que ele não foi responsável por toda a execução do Contrato nº 403/98, apenas acompanhou seu início.

A ação também cita o atual secretário de Infraestrutura Sérgio Leão Aires, os ex-secretários da pasta, Brito Miranda e Ataíde de Oliveira, outros servidores da secretaria, o consórcio de empresas formado pela Emsa, Rivoli e Construsan, Cláudio Manoel Barreto Vieira, Marco Tulio Aires, Karla Martins Coelho, Adeuvaldo Pereira Jorge, José Pereira da Silva Neto, Dinacir Severino, Ferreira Adriano Macedo Maia e Luciano Nogueira B. Sobrinho. De acordo com a assessoria do MPE, o valor do bloqueio é solidário a todos os envolvidos.

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