O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Sisepe) espera a adesão de 10 mil servidores estaduais na greve prevista para esta terça-feira, 16. De acordo com o presidente do sindicato, Cleiton Pinheiro, o governo do Estado já foi oficiado sobre o movimento na sexta-feira e deste então os servidores vem sendo convocados.

“Todos os servidores tem o direito de aderir à greve, inclusive aqueles que ocupam os cargos de comissão, porque estamos reivindicando o pagamento da data-base, que é um direito nosso”, afirmou Cleiton, acrescentando: “O movimento terá a adesão da maioria esmagadora dos servidores, sobretudo no interior do Estado, onde tem menos servidores efetivos em cargos de comissão”.

Segundo o presidente do Sisepe, são mais de 12 mil servidores estaduais do quadro geral, sendo que mais de 10 mil não ocupam cargos de comissão. “Nós convocamos todos para aderir o movimento e para participar da assembleia geral em frente a Secad [Secretaria de Administração], às 16 horas dessa terça-feira, para deliberarmos sobre os rumos”, informou ele.

De acordo com o Sisepe, no mesmo horário também haverá assembleias de servidores no interior do Estado: Em Araguaína, em frente ao É Pra Já, em Gurupi em frente ao prédio do Dertins e nos municípios de Porto Nacional e Taguatinga na sede do sindicato.

Impasse

Os servidores reivindicam o pagamento da data-base e o cumprimento do acordo para o pagamento de progressões. Já a proposta do governo é pagar os 8,34% da data-base em duas parcelas, sendo  uma na folha de junho e a outra em novembro deste ano e pagar as progressões a partir de 2016.

No sábado, o governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Comunicação (Secom), disse que permanece em “constante diálogo” por meio da Comissão de Análise de Impacto de Pessoal, presidida pelo titular da Secretaria Estadual da Administração, Geferson Barros. O governo também informou que “lamenta uma postura radical do sindicato”. (Jornal do Tocantins)

COMPARTILHE

DEIXE UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.