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Apesar da manutenção do veto do Governo do Estado à uma emenda da deputada estadual Luana Ribeiro (PR) ao projeto de lei 01/2015 – que trata de benefícios para a Polícia Militar -, a parlamentar garantiu que continuará lutando pelos Policiais Militares. “Perdemos uma batalha, mas não a guerra. As Polícias Civil e Militar e a Segurança do Estado ainda são minhas prioridades”, afirmou.

O painel eletrônico da Assembleia Legislativa registrou 14 votos pela manutenção do veto e sete contrários. Na proposta vetada da deputada Luana, os policiais militares da área da saúde e também os músicos poderiam ascender à patente de capitão.

Em discurso de defesa da emenda, Luana Ribeiro fez críticas à postura do governo. “Estou indignada em saber que toda a luta que tive em prol da Polícia Militar nesta Casa está sendo posta em xeque com um veto sem propósito algum senão o único objetivo de me calar, me acuar, me insultar. E diminuir a força da polícia e o merecimento do cidadão por segurança”, disse.

A parlamentar também relembrou que um acordo foi feito à época da aprovação do projeto de lei 01/2015 (que altera o PL nº 79 e que dispõe sobre a organização básica da PM), e que segundo o que foi acordado, a emenda seria mantida. “Tínhamos um acordo. E eu, que sempre defendi os interesses da Polícia Militar, assim como defendo a Saúde, e a Polícia Civil, cedi em muitos pontos na ocasião  para que os policiais fossem beneficiados. Mas o governo não cumpriu sua palavra”, ressaltou.

Pelo em ovo

De acordo com a parlamentar, como foi aprovada pela Assembleia Legislativa, inclusive nas Comissões, a emenda seguia os preceitos jurídicos necessários e que o governo procurou “pelo em ovo” para vetá-la. “Parece que quando a gente defende a população e vai contra os posicionamentos do Governo do Estado, recebemos uma punição. Se essa atitude foi com intuito de me reprimir, saibam que o maior prejudicado será o policial militar, com a retirada da emenda. E por consequência,  a população do Tocantins”, ressaltou.

A deputada mostrou no telão da Casa uma sequência de imagens e informações que demonstram a crescente escalada da violência no Estado. “Sem uma PM valorizada a tendência é esse número aumentar”, afirmou.

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