Em nova decisão, o juiz Jefferson David Asevedo Ramos decretou a prisão temporária de E. P. V. Ele é mais um dos suspeitos de participar do crime de extorsão mediante sequestro da família de um funcionário do Banco do Brasil da agência de Augustinópolis praticado no dia 2 deste mês.

O juiz afirma que a Polícia Civil, no pedido de prisão, sustenta que após o cumprimento da prisão de outros suspeitos na última terça-feira, os policiais obtiveram a informação de que um telefone celular registrado em nome de um daqueles presos pertence a este novo suspeito. “Ou seja, todos os fatos foram imputados ao nacional Osvaldo Ataíde de Sá, que embasaram a decisão anteriormente, na verdade foram praticados pelo nacional E. P. V.” afirma o juiz.

“Entendo, diante das razões e justificações apresentadas pela Autoridade Policial representante, ser a custódia cautelar imprescindível para as investigações do inquérito policial já em tramitação, as quais somente terão um fim conclusivo quando submetido os investigados, na seara policial, ao devido reconhecimento pessoal pela vítima, bem como a necessidade de deixá-los incomunicáveis para que possam ser ouvidos e acareados se necessário”, diz a decisão que decretou a prisão temporária pelo prazo de 30 dias.

 Prisão

A ação rápida do sistema de Justiça permitiu a prisão dos envolvidos no crime de extorsão mediante sequestro da família do funcionário do Banco do Brasil. Os acusados foram presos pela Polícia Civil do Tocantins na segunda-feira, 6, após o cumprimento dos três mandados de prisão temporária determinados pelo juiz. A ação foi resultado do trabalho conjunto do Poder Judiciário, Ministério Público e Polícia Civil, que atuaram com rapidez para solucionar o crime e prender os autores.

Os suspeitos invadiram a residência de um funcionário da agência, em Augustinópolis, na madrugada do dia 2 e sequestraram a esposa e o casal de filhos de oito e quatro anos, cobrando R$ 500 mil reais pelo resgate. Os bandidos fugiram sem conseguir sucesso na iniciativa. Dois mandados dos acusados Sidnei Soares de Sousa, 32 anos, e Daniel Coelho de Sousa, 26, foram cumpridos em Imperatriz-MA, por uma equipe da Polícia Civil do Tocantins, em parceria com a Superintendência de Investigações Criminais do Maranhão. Já o outro suspeito, Fabrício Ferreira dos Santos, foi preso na cidade de Sampaio.

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