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A ex-presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargadora afastada Willamara Leila de Almeida, foi condenada por decisão do juiz Gil Corrêa a cinco anos e dez meses de prisão, que deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, e a pagar 180 dias-multa do salário mínimo vigente à época dos fatos, ocorridos em 2010.

Willamara foi condenada pelos crimes de peculato e porte ilegal de arma que foram agravados em razão da ré exercer função de direção de corregedora-geral de Justiça no Estado à época. O revólver e as munições, que pertenciam à Comarca de Guaraí e resultaram na condenação, foram encontrados em dezembro de 2010, durante o cumprimento de busca e apreensão da Operação Maet, na casa da desembargadora. Após investigar a procedência da arma, o Ministério Público propôs a Ação Penal Pública contra Willamara e seu marido, João Batista Moura Macedo.

A condenação de Willamara foi decretada no último dia 10 de junho. No dia 12, a defesa da desembargadora, representada pelo advogado Juarez Rigol da Silva, entrou com uma apelação contra a ação, solicitando a apresentação de suas razões no TJ. (Jornal do Tocantins)

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