Joana D'Arc Medeiros de Farias, acusada de triplo homicídio da companheira e dos filhos da vítima, em 2014.
Joana D’Arc Medeiros de Farias, acusada de triplo homicídio da companheira e dos filhos da vítima, em 2014.

Em decisão unânime, as Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) negaram o pedido de desaforamento do processo e julgamento de Joana D’Arc Medeiros de Farias, acusada de triplo homicídio da companheira e dos filhos da vítima, em 2014. A ré irá a júri popular e o caso será acompanhado na Comarca de Redenção, no sudeste do Pará.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público, por suposto motivo de ciúmes, a acusada assassinou a companheira, Rosilene dos Santos, e os filhos da vítima, Leonardo Santos de Araújo, 9 anos, e Amanda Vitória Vieira, de apenas um ano e oito meses de idade, a golpes de machado e por enforcamento. No momento do crime, as crianças estariam dormindo.

A mulher responde a processo criminal por triplo homicídio, ocorrido em dezembro de 2014 na localidade de Projeto Cumaru, distante a cerca de 30 quilômetros da cidade de Cumaru do Norte, município sob a jurisdição da Comarca de Redenção. A defesa da ré fez o pedido sob a justificativa de possível parcialidade dos jurados na sessão de júri popular.

Conforme o entendimento da relatora, desembargadora Maria de Nazaré Gouveia dos Santos, não há nos autos motivos que amparem o desaforamento do julgamento ou indícios que coloquem em dúvida a imparcialidade dos jurados. A relatora levou em consideração a manifestação do Juízo de Redenção, que foi contrário à transferência do processo.

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