Ao se colocar como única e exclusiva vítima da “troca” de partidos que gerou uma bagunça no cenário político augustinopolino, Antônio do Bar mostrou-se incapaz de reconhecer erros. O que é um ponto negativo para esse líder que já foi muito admirado.

O ato de vitimismo ocorreu em uma reunião do PR, partido que estava nas mãos de Iderval e que por meio de uma jogada nada republicana e muito menos democrática caiu nas mãos de Antônio do Bar.

Nessa reunião participantes ouviram ele falar de um “golpe” sofrido (se referindo ao PSDB que perdera para Iderval), só não esclareceu que ele, através de Amélio Cayres que deu início a esse “golpe” ao tomar o PR de Iderval.

Se houve algum golpe ele teve seu inicio no momento que Amélio e Antônio do Bar buscam junto aos Vicentinhos a intervenção no PR, tirando o partido das mãos de Iderval.

O que ele chama de golpe foi na verdade foi um contra-golpe.

Desconstruir fatos e acontecimentos é típico de comunistas que projeta no outro aquilo que ele é de fato.

É aquilo que Lênin ensinou aos socialistas da antiga URSS de como tratar seus inimigos “xingue-os daquilo que você é, acuse-os daquilo que você faz”.

Ao atribuir o suposto golpe ao seu adversário acaba por usar essa máxima leninista.

Uma coisa não podemos negar, Antônio do Bar ainda sabe bem as manhas do jogo político, só não se deu conta que houve mudança nas regras e as vezes é penalizado no jogo no qual é mestre.

Essa do golpe tirou pontos em sua imagem como um grande líder. E não foi a primeira vez.

Autor: Keops Mota é empresário na cidade de Augustinópolis.KEOPS MOTA

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