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Após a repercussão do ofício que pede reforço policial pela Força Nacional de Segurança Pública ao Ministério de Justiça para Araguaína, Norte do Estado, o comando da Polícia Militar (PM) informou que estará nos próximos dias na cidade para conversar com a população.

Além disso, a polícia informou que já realiza ações emergenciais no sentido de diminuir os índices de criminalidade. A PM informou que o reforço no policiamento já acontece, pelos próprios policiais da cidade. Segundo o comando, eles estão trabalhando em horários extraordinários, com uma carga maior de trabalho, que está sendo remunerada pelo governo com o pagamento de horas extras.

Visita

Segundo o comandante geral da PM, o coronel Glauber de Oliveira Santos, a visita tem o objetivo de ouvir a população e discutir com ela formas para atuar na segurança pública. O coronel Glauber lembrou também que a gestão estadual relizará um novo concurso público para a formação de mais policiais.

Reforço

Ainda segundo a PM, três novas viaturas operacionais foram deslocadas para Araguaína para serem empregadas no apoio ao policiamento ordinário. Além disso, equipes da Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar (Cioe) da Capital já estão atuando na cidade.

Caso

O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, encaminhou para o Ministério da Justiça um ofício solicitando reforço policial da Força Nacional de Segurança Pública pedindo por pelo menos 90 dias. No documento, Dimas pede que seja priorizada a aprovação, empenho e libração de valores para o Projeto de Implantação do Sistema de Vídeo- Monitoramento no município.

No ofício, o prefeito cita casos de violência que foram registrados na cidade desde o início do ano e afirma que a gestão estadual não está auxiliando efetivamente no combate à criminalidade. “Nenhuma ação firme é tomada pelo Governo do Estado que permanece inerte, como se nada sério estivesse acontecendo. O máximo que tem tomado de atitude é de enviar, raramente e por curtíssimo período, força tática especial. Apesar dos esforços dos escassos policiais militares, somente percebemos por parte do Governo do Estado promessas e mais promessas sem solução efetiva. Não há nenhum serviço de vídeo-monitoramento que possa auxiliar as Polícias Civil e Militar no combate aos marginais”, diz o ofício. (Jornal do Tocantins)

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