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Dos quatros homens presos pelas polícias militar do Maranhão e Tocantins, na manhã desta segunda-feira(18), sobre uma balsa no Rio Tocantins com uma caminhonete Hilux roubada, apenas três continuam recolhido a carceragem da Delegacia Regional de Imperatriz. A pessoa solta é um pastor evangélico, que alegou aos policiais que estava voltando da casa da sogra quando foi preso.

O delegado regional de segurança, Eduardo Galvão disse na noite desta segunda-feira 18, que dentre os presos um dos mais perigosos é José de Ribamar Soares Pinto, que deu nome falso de Charles Santos. O homem já tinha passagens pela polícia.

“Na realidade o José de Ribamar, vulgo Zezinho, capitaniza a organização criminosa. Ele não só tem passagens pela policia, como tem seis mandados de prisão preventiva em aberto, cinco no Estado do Pará e um na comarca de Xambioá, no Estado do Tocantins”, ressaltou o regional. Além da prisão em flagrante, são cumpridos os seis mandados de prisão.

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Outro preso deu o nome de Rael, no momento da prisão, mas acabou dizendo se chamar Adriano, razão que leva a polícia a não definir qual é o verdadeiro nome do homem. Já o terceiro homem é identificado como Eduardo Costa, que segundo o delgado, é a pessoa de suporte da quadrilha em Imperatriz e responsável pela segunda caminhonete, que ao lado de uma mulher, posteriormente identificada como uma advogada da cidade, dava apoio logístico para esse carro passar na balsa em São Miguel e Imperatriz.

“No momento da abordagem a Polícia Militar pediu que mulheres e crianças ficassem afastados e foi abordar os homens e ela se valeu disso para empreender fuga”, destacou.

O delegado frisou que entre os apresentado na delegacia regional estava um pastor. “A história dele é uma história crível, perdeu a esposa há três dias e na realidade de tudo o que foi levantado até o momento ele não fazia parte dessa associação criminosa”, disse, acrescentando que se ficar comprovada a participação do pastor algumas imagens vão definir isso sem prejuízo para as investigações.

Troca de tiros no ato da prisão

Imagens de um vídeo publicado nas redes sociais mostram que no momento da abordagem ao grupo houve tiroteio. Um dos suspeitos jogo uma arma no rio e se jogou na água. Foi preciso o apoio de um barqueiro para que a prisão foi efetuada.

A Polícia Civil de Imperatriz está realizando investigações, inclusive com a participação de homens da Equipe de Inteligência da própria Polícia Civil e Militar. (iMirante)

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