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O caso da família que teve cinco integrantes mortos a tiros na manhã desta segunda-feira, 25, na BR-153, próximo a Wanderlândia, se trata de uma chacina, segundo informou a Polícia Civil de Araguaína. As sete pessoas que estavam no carro que foi alvejado e depois capotou eram ciganos da mesma família.

Os únicos sobreviventes do acidente foram Liliane da Silva e seu filho Enzo Henrique. Segundo a polícia, a sobrevivente se fingiu de morta para escapar e proteger o filho. Liliane já foi ouvida e a investigação está em andamento. O caso se trataria de uma rixa entre famílias ciganas de Goiás.

As vítimas mortas na chacina foram Alan da Silva, de 29 anos, Sidney Pereira dos Santos, de 78 anos, Wesley Alves da Silva, de 24 anos, Deuzenir Alves da Silva, de 60 anos e mais uma criança de cinco anos que não foi identificada. O menino tinha marcas de tiros na cabeça.

O grupo estaria voltando para a cidade de Imperatriz do Maranhão onde residiam quando foram alvejados. Ainda de acordo com a polícia, os ciganos seriam do interior de Goiás.

Até o momento ninguém procurou o Instituto Médico Legal de Araguaína para identificar os corpos. O caso continuará sendo investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil. (Jornal do Tocantins)

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