A equipe da Gerência do Mosaico de Tucuruí, ligada ao Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), realizou, no período de 10 a 14 de agosto, visita técnica às instalações do Parque Aquícola de Itaipú, na cidade de Foz do Iguaçu (PR). O objetivo foi conhecer as experiências, metodologias e tecnologias utilizadas na implantação e gestão do projeto, além de conhecer a infraestrutura e recursos tecnológicos empregados no desenvolvimento das atividades do Parque.

A intenção é adaptar parte das iniciativas desenvolvidas na cidade paranaense ao que hoje é utilizado nos Parques Aquícolas do Lago de Tucuruí. A equipe paraense, recebida pela Divisão de Reservatórios da Usina Hidrelétrica de Itaipú, colheu informações sobre a gestão do Parque Aquícola de Itaipú e do programa “Cultivando Água Boa”, o mais abrangente programa de cuidado com as águas em desenvolvimento no setor elétrico brasileiro.

O grupo paraense teve a oportunidade de fazer uma apresentação, mostrando a experiência dos Parques Aquícolas de dentro da Unidade de Conservação Mosaico do Lago de Tucuruí na oficina de líderes de pesca local. A Unidade possui quatro parques aquícolas: Breu I, Breu II, Breu III e Caraipé. A equipe também visitou a propriedade do Sr. Walter Kist, aquicultor e único cessionário de lote aquícola que conseguiu acessar financiamento para ampliação da atividade de piscicultura na região.

Em reunião com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), os técnicos também tiveram a oportunidade de conhecer os processos de licenciamento dos parques aquícolas e dos empreendimentos de aqüicultura no Estado do Paraná. A equipe reuniu com a coordenação do programa “Produção em Nossas Águas”, que desenvolve ações de pesquisa em aqüicultura e espécies ícticas nativas, adequação de pontos de pesca, implantação da estação de hidrobiologia e apoio à aqüicultura regional.

Para Mariana Bogéa, gerente do Mosaico do Lago de Tucuruí, a visita tem muito a contribuir com a gestão da Unidade. “Considerando que temos no interior da Unidade quatro parques aquícolas, é importante a troca de experiências no intuito de conhecer metodologias de gestão, procedimentos e avanços tecnológicos, para garantir que a produção seja baseada na sustentabilidade”, ressaltou.

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