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O secretário da Educação, Adão Francisco afirmou nesta quinta-feira, 27, em coletiva de imprensa, realizada logo após os professores definirem em assembleia pela suspensão da greve, que os servidores que não retornaram as atividades após a decisão da Justiça, que determinou o movimento ilegal em 12 de agosto, sofrerão implicações administrativas.

Ação tem a permissão do governado Marcelo Miranda (PMDB). “Os professores que obviamente permaneceram parados terão seus salários cortados por determinação da justiça no próximo pagamento”, informou o secretário.

Já sobre a reposição do calendário escolar, ele disse que o governo enviará amanhã um oficio ao sindicato, para que analisem como irão repor às aulas, que deve ser definida de acordo com cada unidade escolar. “Vale lembrar que um dia antes da assembleia ser realizada, em torno de 90% das escolas já estavam funcionando dentro da normalidade”, finalizou.

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