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Foi com a Câmara de Vereadores lotada que a polêmica Lei dos Bares pretendia ser votada, mas um pedido de arquivamento feito pelo vereador Francisco Rodrigues, mais conhecido como “Chiquim da Diferro” vetou a votação. Dentro do pedido tinha a assinatura de 16 vereadores que votaram a favor, e citava quatro que votaram contra o arquivamento da lei.

A lei foi arquivada, e o plenário estava lotado, não tinha espaço nem para caminhar, lá se encontravam representantes de bairros da cidade, Comitê da Cidadania de Imperatriz, casas noturnas, cantores, estudantes, Igreja Católica, igrejas evangélicas e muitos populares. Dos que estavam lá à maioria não apoiava a lei.

De acordo com o representante da Associação de Pastores de Imperatriz, pastor Paulo Sérgio, o posicionamento dos evangélicos a respeito da lei é que o arquivamento era a melhor solução, pois até às 2h já é o bastante para a diversão na noite.

“A Associação de Pastores de Imperatriz sempre foi contraria a lei que coloca as casas de shows para funcionar até às quatro horas, pois a aprovação desse projeto iria aumentar a violência na cidade, principalmente, acidentes de trânsitos e crimes”, ressalta o líder.

Também esteve presente na sessão o padre Valdeci Martins, que destacou a posição da Igreja Católica a respeito da lei que foi arquivada, frisando que a melhor alternativa séria mesmo o arquivamento.

“A Igreja Católica sempre se colocou ao lado da sociedade imperatrizense, pois o descanso, a segurança e o bem da família é o que precisa ser observado. Nesse contexto, a igreja quer que as pessoas tenha seu descanso, na verdade não queremos que volte um tempo de ditadura, mas a observação do bem estar da população”, destacou o padre. (iMirante)

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