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Contra a crise que, a cada dia agrava mais as contas públicas municipais, o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Bico do Papagaio (Ambip), se reunião da sexta-feira, 18, em São Bento e estuda a possibilidade das Prefeituras organizarem um movimento de protesto pelo qual pretendem fechar as portas para denunciar as dificuldades econômicas e de manutenção dos serviços públicos.

O principal alvo das reclamações é a política econômica federal, o ajuste fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy e os atrasos no repasse de recursos. A paralisação dos serviços, devem ser confirmadas esta semana, em parceria com a Associação Tocantinense dos Municípios (ATM).

IMG-20150918-WA0225De acordo com o presidente da Ambip, Clayton Paulo (PTB), a paralisação acontecerá até o final do mês. Clayton disse que a crise veio para ficar e os municípios já estão adotando uma série de medidas para tentar seguir em frente. O gestor considera ainda que a situação alcançou picos de gravidade, referindo-se à queda de receita municipal, principalmente com o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em contraponto ao aumento das despesas. “A conjuntura está ficando precária, e é mais grave do que as pessoas imaginam. Por isso, temos que tomar medidas severas se for necessário”, disse Clayton.

Esta semana, a Ambip começará a tomar as providências discutidas na reunião de sexta-feira, principalmente cobrar os repasses atrasados pelo Governo do Estado e Federal.

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