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Cerca de 80 estudantes do curso de enfermagem da Escola de Educação Tecnológica do Pará (EETEPA) do município de Tailândia, no sul do Pará, estão participando, desde a manhã desta segunda-feira (21), da terceira edição do programa Saúde na Estrada, realizado há três anos no posto Santa Clara, localizado na PA-150. Os estudantes exercitam o que aprenderam em sala de aula e auxiliam os atendimentos gratuitos ofertados à comunidade e aos motoristas dos caminhões.

Só pela manhã, foram atendidas pelo menos 400 pessoas com diversos exames, desde testes de glicemia, pressão arterial, de visão, cálculo de IMC, vacinas, emissão de documentos, testes de HIV, corte de cabelo, massagem e outros serviços. A expectativa é que mais de dois mil moradores e motoristas sejam atendidos até terça-feira (22).

Segundo a diretora da EETEPA de Tailândia, Sirlene de Paula Cordeiro, também participam da ação 20 alunos que foram selecionados nos cursos técnicos de enfermagem, floresta, agropecuária, agronegócio, secretaria escolar, segurança do trabalho e informática. “Além disso, outros alunos também aproveitam o contraturno das aulas para usufruir dos serviços. Já os alunos que estão como voluntários aprendem muito e se sentem úteis. Para eles, é uma bagagem no currículo, porque além do estágio, eles têm a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos”, ressaltou Sirlene Cordeiro.

É o segundo ano que a estudante Kelem Maria Santos Costa participa como voluntária do evento. Neste ano, a jovem de 17 anos está ajudando os enfermeiros no aferimento de pressão arterial dos moradores. Segundo ela, essa experiência contará bastante quando se formar e ingressar no mercado de trabalho. “É uma experiência muito gratificante porque, como voluntária e futura técnica de enfermagem, a gente vem com propósito de ganhar conhecimento e realiza vários exames, cuidando da saúde da população”, disse a jovem que é aluna do 3º ano do curso técnico de enfermagem da Escola de Tailândia.

Na fila dos exames estava a professora de História Marcilene Veloso, que aproveitou o dia letivo para observar os alunos e também fazer alguns exames. “Já fiz glicose e agora estou verificando o meu peso. Vou trazer a minha filha de tarde pra tirar a carteira de identidade. Acho um projeto excelente porque às vezes é difícil o acesso para tirar documentos. Dessa forma, fica bem mais fácil, principalmente para as pessoas menos favorecidas”, relatou a professora.

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