Sem uma resposta do governo do Estado com relação ao pagamento da dívida de mais de R$ 100 milhões, hospitais que compõem o Sindicato de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Tocantins (Sindessto) e atendem ao Plano de Assistência do Servidor (Plansaúde) suspenderam os atendimento de urgência e emergência a usuários do plano Atendimentos eletivos já estavam paralisados há quase um mês.

“Se forem casos extremos, vamos dar o primeiro atendimento e encaminhar para o HGP (Hospital Geral de Palmas)”, afirmou a presidente do Sindessto, Maria Lúcia Machado.  Amanhã será convocada uma Assembleia Geral, a partir das 15 horas na sede do sindicato para deliberar o que será feito com relação ao assunto. “Não temos como bancar”, ressaltou. Segundo ela, pacientes que queiram ser atendido vão ter que pagar, já que o governo não está pagando os prestadores de serviço.

Em nota, o governo ressaltou que tem buscado dialogar com o sindicato “em busca de soluções para a continuidade do serviço prestado aos beneficiários do Plano”.  Segundo nota enviada pela Secretaria da Administração (Secad) será efetivado o pagamento de R$ 10 milhões às unidades hospitalares que prestam serviço ao Plansaúde. No entanto, não foi divulgada uma data de quanto isso deve acontecer.

Apesar de não ter sido notificada, Maria Lúcia Já adiantou que o valor que o governo quer pagar, R$ 10 milhões, não é o suficiente para conseguir reativar os serviços.

Ontem, o sindicato ameaçou pedir a remoção dos pacientes para a unidade caso a dívida não fosse paga, hoje. Sobre o assunto, o governo informou que “a remoção de pacientes, bem como, a recusa do atendimento de urgência e emergência configura ato ilegal e imoral desrespeitando todos os direitos da dignidade humana” e que “tomará todas as providências legais e necessárias para preservar o atendimento aos usuários do Plansaúde”. (Jornal do Tocantins)

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