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A Polícia Civil está investigando se uma ossada humana encontrada em Parauapebas, no sudeste do Pará, pertence a uma das duas moças desaparecidas no município em 2010 e 2012, respectivamente. Ana Karina Matos desapareceu há mais de cinco anos, no dia 10 de maio. Ela estava grávida de nove meses.

A cada novidade na investigação que pode esclarecer o desaparecimento da filha, Maria Iris Guimarães, mãe da vítima, fica na expectativa. “Tem o desespero também né, que a gente nunca para de pensar, de procurar, de sofrer”.

Segundo a polícia, Ana desapareceu após sair de casa para encontrar com o pai do filho que ela estava esperando, o empresário Alessandro Camilo. Dias depois, ele confessou ter assassinado a jovem com a ajuda de dois comparsas. Todos estão presos. Alessandro e Francisco Dias aguardam julgamento. Florentino Rodrigues foi condenado pelo assassinato.

Ainda de acordo com a polícia, a moça de 29 anos teve o corpo esquartejado, colocado dentro de um tambor com pedras e jogado no rio Itacaiúnas. Na época, o caso ganhou repercussão, mas até hoje o corpo de Ana Karina não foi encontrado.

A novidade nas investigações foi quando uma ossada humana foi encontrada num terreno distante cerca de 20 km do centro de Parauapebas. A polícia já solicitou a coleta de material genético da família da jovem para exame de dna e o material foi encaminhado para Belém. A ossada foi encontrada durante um serviço de terraplanagem.

“Há fortes indícios que sejam de um crânio feminino. E Parauapebas tem dois casos marcantes, que é o desaparecimento da Ana Karina e da Josiane. Por esse motivo, a Polícia Civil solicitou o exame de DNA”, afirmou o diretor da Seccional de Parauapebas, Thiago Carneiro.

A segunda jovem citada na reportagem, Josiane Alves da Silva, está desaparecida desde 2012.

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