Atendimento Tracoma-Governo do Tocantins

Os municípios do Bico do Papagaio que aderiram à Campanha Nacional de Hanseníase, Geohelmintíase e Tracoma 2015 têm até o dia 20 de novembro para informar os resultados de ações de saúde realizados na campanha, que se encerrou no último dia 31 de outubro.

Aderiram: Araguatins, Ananás, Angico, Augustinópolis, Axixá do Tocantins, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Esperantina, Itaguatins, Luzinópolis, Maurilândia do Tocantins, Praia Norte, Riachinho, Sampaio, São Miguel do Tocantins, São Sebastião do Tocantins, Sítio Novo do Tocantins, Tocantinópolis e Xambioá.

Para alertar os gestores municipais, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) enviou comunicados às Secretarias Municipais de Saúde que participaram da campanha para que não percam o prazo e preencham o formulário eletrônico específico e único para cada escola no município onde tenham sido realizadas ações da campanha.

A gerente estadual de Doenças Transmissíveis da Sesau, Patrícia Regina Moreira Carneiro, explicou que é de extrema importância a alimentação do formulário dentro do prazo para que tenhamos tempo hábil para identificação de possíveis inconsistências e para avaliação dos indicadores e metas propostos pela campanha.

Campanha

No Tocantins, ao todo, 623 escolas da rede pública participam da Campanha Nacional, que tem como proposta identificar e encaminhar aos serviços de saúde estudantes com faixa etária entre cinco e 14 anos e/ou familiares desses estudantes com sintomas ou sinais de Hanseníase, Verminoses e Tracoma.

Além destas três doenças, no Tocantins a campanha também realizou atividades de prevenção e diagnóstico de tuberculose.

A estimativa é de que 143.399 alunos entre cinco e 14 anos tenham sido alcançados com atividades de prevenção, diagnóstico e controle das doenças priorizadas pela campanha.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Samuel Bonilha, “a partir dos indicadores fornecidos pelos municípios seremos capazes de mensurar a efetividade das ações estratégicas de controle e eliminação dessas doenças, que ainda podem ser consideradas um problema de saúde pública”, completa.

COMPARTILHE

DEIXE UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.