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A empresa Brasil Vida Táxi Aéreo, responsável pela prestação de serviço de UTI aérea no Estado, notificou a Secretaria da Saúde que a partir da próxima semana não fará mais o transporte de pacientes do Estado por falta de verba para realizar o serviço.  Conforme o ofício da empresa, a suspensão será porque a secretaria não estaria pagando pelos serviços. Ao todo a gestão estadual deve mais de R$ 3 milhões a Brasil Vida Táxi Aéreo, segundo documento enviado pela empresa ao governo.

A Brasil Vida informou que já notificou a pasta diversas vezes sobre o problema, mas não teve um posicionamento formal sobre o pagamento. Conforme a empresa, “devido aos altos valores em aberto, não temos mais fluxo de caixa para cobrir o pagamento dos combustíveis, fornecedores, médicos, enfermeiros e pilotos”, diz o oficio.

Essa não é a primeira vez que os serviços são suspensos. Há dois anos o serviço foi suspenso devido à falta de pagamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Na ocasião, o montante da dívida era de R$ 2.895.396,92. Na época duas crianças morreram enquanto aguardavam serem transferidas para outras locais para realizarem cirurgias de alta complexidade.

Uma das crianças tinha 7 dias de vida que aguardava uma transferência para realizar uma cirurgia corretiva de um problema raro no coração. A outra criança, Bruno Cauã Ferreira da Silva, de um ano e oito meses, morreu após sete horas de espera por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea para transferi-lo do hospital municipal de Colinas do Tocantins para Palmas. (Jornal do Tocantins)

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