A Justiça Federal confirmou que uma decisão revogando as prisões dos presos durante a Operação Ápia da Polícia Federal (PF) foi publicada ontem.  A determinação é do desembargador Olindo Menezes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas ainda não chegou oficialmente à Justiça.

Ao todo ainda estão presas seis pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de fraude em licitações, eles aguardam o alvará de soltura que será expedido pela Justiça.

Quatro deles estão recolhidos na Casa de Prisão Provisória de Palmas. São eles: o ex-presidente da Agência de Máquinas e Transportes do Tocantins (Agetrans), Alvicto Ozores Nogueira, conhecido como Kaká Nogueira, o empresário Wilmar Oliveira de Bastos, o representante da Epeng, Francisco Antelius Sérvulo
Vaz, o representante da MVL Construções, Marcos Vinicius Lima Ribeiro.

Já o representante da Construtora Barra Grande, Geraldo Magela Batista de Araújo, está preso no Quartel do Comando Geral (QCG) da Polícia Militar, em Palmas. O representante da CRT Construtora Rio Tocantins, Rossine Aires Guimarães, está em prisão domiciliar, em São Paulo.

Também são alvos da operação, ex-governador do Tocantins Sandoval Cardos e do empreiteiro Humberto Nogueira, que já estavam em liberdade.

Investigação

A operação foi deflagrada no dia 13 de outubro, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que teria fraudado contratos da ordem de R$ 1,2 bilhão em licitações para terraplanagem e pavimentação asfáltica em diversas rodovias estaduais.

No total são investigados 13 contratos e 23 pessoas chegaram a ter mandados de prisão expedidos pela Justiça. A PF aponta esquema envolvendo empresas, órgãos públicos de infraestrutura estadual e agentes públicos do Estadonos anos de 2013 e 2014. (Jornal do Tocantins)

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