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Além da assinatura do convênio que trata de recuperação das estradas no Estado, a audiência realizada em Brasília entre o ministro dos Portos, Helder Barbalho, o diretor do DNIT, Valter Casimiro, e o prefeito de Dom Eliseu, Joaquim Neto, tratou da retomada da obra de derrocamento do Pedral do Lourenço. Casimiro falou sobre o assunto:

Em que processo está o edital da obra?

O edital teve de ser prorrogado em função da quantidade de questionamento das empresas interessadas no edital. O DNIT deu mais um prazo e no início de janeiro receberemos essas propostas. Acreditamos que haverá várias empresas interessadas nessa obra, tendo em vista a quantidade de perguntas e questionamentos que a gente recebeu. Elas pediram a composição, o detalhamento dos estudos feito pela projetista. O caderno de perguntas e respostas estava com aproximadamente 80 questionamentos.

Essa é uma obra histórica e importante para o Estado. Agora, ela sai do papel?

Tendo empresas interessadas e apresentando propostas válidas para o DNIT, acredito que, em mais 2 meses, a gente vai poder analisar todas as propostas e fechar contrato. O contrato tem a previsão de 5 anos. São 2 anos para estudos e projetos, e mais 3 anos efetivamente de obras. Assim, teríamos, no início de 2018, o começo das obras de derrocamento.

Qual o valor total da obra?

Serão cerca de R$ 600 milhões investidos, contando, também, a parte de estudos e de projetos.(Diário do Pará)

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