Com mais de 70 dias sem transporte, não foi dado o sinal da contratação da nova empresa que ficará com a concessão das linhas urbanas de transporte público em Imperatriz. A Assessoria de Comunicação da prefeitura, informou, que durante esse período o município recebeu duas empresas ingressadas em assumir a prestação do serviço na cidade.

A assessoria, também, informou que uma é do Ceará e a outra do Goiás. Nesse contexto, foram apresentadas as propostas para a contratação emergencial e licitação. As empresas estão analisando se é viável ou não se estabelecerem na cidade, ou que já não depende mais da prefeitura.

Entenda o caso

O prefeito Sebastião Madeira quebrou o contrato com a empresa viação Branca do Leste (VBL), que tinha cerca de 70% da concessão no dia 5 de novembro. Os funcionários da empresa foram demitidos e não receberam os salários e demais direitos que estavam atrasados.

De acordo com a estudante Leiliane de Araújo, a falta do transporte coletivo prejudica muito a população que necessita dele. Algumas pessoas estão mudando seus orçamentos porque a atual situação está saindo caro demais para o bolso dos usuários.

“Com a falta de transporte coletivo está cada dia mais difícil de conseguir fazer meus afazeres diários. Às vezes tenho a necessidade de ficar até um pouco mais tarde na universidade, no entanto, não posso, porque, não vou ter alternativa de como voltar para casa, já que as “vans, que são os meios mais em conta, não circula a noite”, ressalta a estudante.

Segundo um dos líderes do Movimento pelo Transporte Público (MPTP), José Carlos Almeida, destacou que vem realizando intensas manifestações, atos, assembleias, reuniões abertas, reivindicando uma solução para o problema. Mas, na semana que vem será entregue uma denúncia para o Ministério Público do Maranhão (MP-MA), para ser tomado alguma solução. (iMirante)

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