not_815969985O prefeito de Marabá, João Salame Neto (PPS), não gostou nada do que encontrou (ou não encontrou) na Prefeitura de Marabá. Ele e seus secretários municipais estão preocupados com o desmonte realizado em alguns setores e o gestor determinou a contratação de uma auditoria independente para descobrir como está a situação financeira, fiscal e física da Prefeitura. Uma equipe técnica já foi acionada para realizar os trabalhos.

Além de saber o tamanho do rombo, o novo prefeito pretende livrar sua equipe técnica de eventuais responsabilidades sobre problemas do passado.

Na Secretaria de Obras, por enquanto, é onde foram identificadas as maiores ausências de equipamentos que antes existiam e que desapareceram do dia para a noite. Salame também quer um relatório completo das Secretarias de Educação e Saúde. Nesta última, por exemplo, mais de 15 veículos estão sucateados, faltam medicamentos e insumos nos centros de saúde e hospitais.

Tão logo assumiu a Prefeitura, semana passada, o prefeito João Salame teve de sustar mais de 140 cheques que haviam sido emitidos nos últimos dias do governo Maurino Magalhães e que ainda não tinham sido descontados nos bancos locais. Juntos, eles somam mais de R$ 1 milhão que seriam pagos a algumas empresas, em detrimento aos servidores que estão há mais de dois meses sem receber seus salários.

Nesta segunda-feira, 7, Salame vai manter nova reunião com seu secretariado para traçar o Plano de Emergência para cada área.

Ainda na semana passada, Salame foi ao Hospital Municipal acompanhado do secretário de Saúde, Nagib Mutran Neto (PMDB) para saber como estava a estrutura da casa de saúde. Eles ouviram os servidores, vistoriaram cada setor e constataram que as condições físicas de alguns deles estão precárias, enquanto vários equipamentos estão danificados. (Correio Tocantins)

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