A Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil discute planejamento das ações para 2018, que segue as Diretrizes da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, PNPDEC. Objetivo é assegurar condições sociais, reduzir risco de desastres naturais e o ordenamento territorial.

Dentre as ações previstas estão o aprimoramento para acompanhar os índices pluviométricos; previsão meteorológica; monitoramento do rio Tocantins associado aos níveis e vazões da hidrelétrica; monitoramento em campo de evidências de perigo, além de mensagens de alerta para a população inserida nas áreas de riscos. Segundo o superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão, as chuvas são motivos de preocupação para a população, sobretudo para quem mora às margens do rio Tocantins e riachos. “Nesse período, estamos com atenção redobrada e equipes preparadas, caso seja necessário para uma ação imediata ou mesmo remoção de pessoas em áreas de risco” – avalia.

Nas atividades estão  inseridas vistorias em bares, boates e similares, para fiscalizar se os estabelecimentos possuem itens de segurança como extintores, saídas de emergências entre outros componentes de segurança. “A fiscalização não diz respeito à cobranças de impostos, e sim, a questão de segurança e proteção das pessoas que frequentam esses estabelecimentos” – explica. Além disso, estão incluídas vistorias técnicas e emissão de atestados nas áreas de risco de desastres e áreas propícias para habitação. O trabalho contará, ainda, com emissão de laudos técnicos que relatam as condições de riachos obstruídos, obras irregulares e edificações com possibilidade de desabamento, conforme prevê o Código de Postura do Município.

O acompanhamento dos serviços de limpezas dos riachos e córregos, que cortam a cidade é uma das metas da Defesa Civil. “Temos que prevenir o acúmulo de lixos e resíduos que venham obstruir esses riachos, solicitando, periodicamente da secretaria responsável, a limpeza e a desobstrução dos mesmos”. Josiano lembrou ainda as estratégias para o período veraneio 2018. “As estratégias visam apresentar melhorias palpáveis e que estão ao nosso alcance, entre elas coordenar e orientar os banhistas sobre segurança, monitorar áreas de banho das praias do Meio e Cacau”.

Entre as atividades planejadas estão inseridos o cadastramento das famílias que moram na área ribeirinha. Josiano explica que “é preciso identificar essas pessoas para, em caso de emergência, retirá-las da área de risco e oferecer abrigo em casos de inundações”.

A equipe, também, vai ficar mais próxima da população, com palestras e orientações que melhorem a vida dos moradores. “Vamos levar o tema para as escolas e para a comunidade, a fim de despertar o jovem para o interesse da vida humana, preservação do patrimônio, meio ambiente e demais assuntos relacionado à Defesa Civil” – finaliza. (Francisco Lima)

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