Os vereadores de Augustinópolis, empossados neste no sábado, 26, decidirão em sessão nesta terça-feira, 29, se abrirão ou não uma Comissão Processante para investigar os vereadores Luizinha (PP), Toinho (PTB), Antônio Barbosa (SD), Antônio Queiroz (PSB), Neguin da Civil (MDB), Ozeas (PR), Nildo Lopes (PSDB), Ângela da Rapadura (PSDB), Marcos da Igreja (PRB) e Vaguin do Hospital (MDB), todos presos na última sexta-feira, 25, na Operação Perfídia, da Polícia Civil em parceria com o Ministério Público, onde foi desvendado um esquema de propinas, tipo “mensalinho”.

Solange do Donizete (PSDB), Cabeção (PR), Marconcelio (PTB), Edimar do Artur (PR), Reinaldão (DC), Joacy (PSB), Lagoa (PRTB), Daniel (PSL), Elias Madeira (PT) e Frederico Guedes (PSC), que assumiram as cadeiras dos parlamentares presos, receberam nesta segunda-feira, 28, denúncia popular também contra o prefeito, Júlio Oliveira (PRB), pedindo apuração da conduta do gestor frente ao esquema fraudulento de propinas.

Os dois pedidos foram lidos e encaminhado ao jurídico da Casa de Leis e se estiver de acordo com a legalidade será encaminhado para ser apreciado em sessão nesta terça. Uma vez lido, precisa ser votado e aprovado por 7 vereadores para que se forme a Comissão. Aprovada a Comissão Processante, os membros precisam ser escolhidos e terão até 180 dias para apresentar relatório para só depois ser votado no plenário da Câmara.

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