A escritora, historiadora e agitadora cultural Francisquinha Laranjeira Carvalho, escreveu sobre a obra do memorialista, poeta e escritor xambioaense, Luís Alves Ribeiro, autor de três livros, que expõem o seu amor pela nossa gente (O Siena Preto /2015; Odes à Minha Terra/2016 e Cartas ao Tempo /2018).

A escritora que é Presidente da Academia Palmense de Letras, nasceu em Xambioá e residiu parte de sua vida em Araguacema e Palmas, escreveu ao poeta e escritor, onde temos a grata alegria de reproduzir a correspondência da Presidente para o nosso querido poeta.

“Com satisfação, me proponho a um passeio pelas trilhas das memórias registradas no livro de Luiz Alves Ribeiro, o poeta que vive cada dia como se fosse o último; que se encanta com cada canto da cidade que o viu nascer; que fica embevecido ao ouvir as histórias de seu povo e tem o prazer de conviver entre os amigos, irmãos e parceiros.
O poeta que, a cada dia, aprecia o amanhecer e entardecer do sol, na cidade de Xambioá–TO, banhada pelo caudaloso Rio Araguaia.

Mas, não poderia ser diferente para um poeta que vive neste cenário de pura beleza, onde o Rio Araguaia faz parceria com o sol e a lua. Juntos, colorem todo o espaço para emanar a paz, o amor e provocar no imaginário, lembranças dos que já se foram, e, saudades dos que estão distante.

E como diz Luís Alves, “a inspiração me acordou no meio da noite, me fez externar os pensamentos, colocou em evidência a minha necessidade de produzir”.

Assim, o poeta se deleita para expressar seus sentimentos e as histórias de vivências dos ribeirinhos do Araguaia, gente simples e amorosa. Uma gente que ama o lugar que escolheu para morar, que conhece e respeita a força e o poder do Rio, através de seus aprendizados, suas práticas cotidianas, seus traquejos e experiências.
Suas inspirações poéticas procuram destacar o cotidiano, o vivido e o vivenciado no chão tocantinense de Xambioá.

É neste cenário, que o autor vai tecendo relatos de acontecimentos reais e imagináveis para alegrar a mente dos leitores.”

Escreveu Francisquinha Laranjeira que é autora dos livros “Educação Patrimonial para a Preservação do Patrimônio Cultural de Taquaruçu”; “Nas águas do Araguaia, a Navegação e Hibridez Cultural” e “Fronteiras e Conquistas pelo Araguaia do Século XIX.”

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