Na manhã desta sexta-feira, 15, no foi encerrado no Fórum judiciário de Araguatins, no Bico do Papagaio, a Semana Justiça pela Paz em Casa 2019. A ação começou na segunda-feira, 11, com o objetivo é mobilizar e acelerar a tramitação de processos relacionados à violência doméstica.

O evento é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Além do judiciário, diversos outros órgãos do estado e município, estiveram no evento, entre eles, o Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

Voltada à justiça pela paz em casa, o evento foi organizado pela direção do órgão judiciário, a juíza Nely Alves da Cruz, com o objetivo de junto com os demais órgãos presentes ao evento, destacar que o Judiciário está envolvido no enfrentamento da violência doméstica.

De acordo com levantamento do CNJ, nos últimos dois anos, em todo o Brasil, houve aumento de 13% no número de processos pendentes relativos à violência contra a mulher. São cerca de 1 milhão de casos aguardando julgamento.

Entre 2016 e 2018, o número de casos de feminicídio que chegaram ao Poder Judiciário aumentou 34%, passando de cerca de 3.300 para quase 4.500 casos.

O número de sentenças judiciais favoráveis às medidas protetivas também chama a atenção. Cresceu 36% em 2018 na comparação com 2016.

Pelos cálculos do Conselho Nacional de Justiça, no ano passado, foram concedidas quase 340 mil medidas protetivas. Essas medidas contribuem para manter os agressores longe das vítimas.

Outras duas edições da Semana Justiça pela Paz em Casa estão previstas para este ano.

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