Policiais Civis da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Araguaína, efetuaram na tarde desta terça-feira (7), naquele município, a prisão de um homem de inicias J. P. O, vulgo “B.”, de 32 anos. Ele é suspeito de praticar o homicídio qualificado e ocultação de cadáver de José Valdemar Carvalho da Silva, em março desse ano, no projeto de assentamento Brejão, zona rural da cidade, e foi capturado, mediante cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Araguaína.

Conforme o delegado José Rérisson Macedo Gomes, titular da DHPP de Araguaína e responsável pelo caso, autor e vítima eram vizinhos e moravam a uma distância de cerca de 2km, sendo que, no dia do crime, J.P.O convidou a vítima para ingerir bebida alcoólica na chácara em que estava morando e que era de propriedade do tio do suspeito.

No entanto, após aceitar o convite e ir até o local, José Valdemar Carvalho teria desaparecido, sendo que seu corpo foi encontrado somente dois dias depois, dentro de um poço, enrolado e amarrado em um lençol, que, juntamente com os barbantes utilizados, seria da chácara em que o possível autor estaria residindo.

Levantamentos realizados pela DHPP constataram que uma testemunha teria visto a vítima pela última vez na companhia do autor, na tarde do dia 15 de março, cada um em uma montaria animal, sendo esta é a provável data em que se deu o crime, fato corroborado, inclusive, pelos resultados dos trabalhos periciais junto ao Instituto Médico Legal, em Araguaína.

Ao ser ouvido pela autoridade policial, J.P.O negou qualquer envolvimento com o crime, mas a equipe de investigação da DHPP levantou informações de que o homem possui vários antecedentes criminais, respondendo pela prática de crimes de furto e roubo, com condenação no Estado do Paraná e se encontra, em Araguaína, em liberdade condicional.

As investigações da Polícia Civil concluíram, assim, pela participação do indivíduo na autoria criminosa. Após passar por exames no IML, J.P.O foi recolhido à Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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