O DEM do Tocantins está preparado para substituir os três deputados cujos mandatos estão sub júdice a pedido do partido, em análise pelo TRE – Tribunal Regional Eleitoral, caso a decisão da justiça eleitoral seja pela cassação. A informação é do presidente do DEM Metropolitano, Lutero Fonseca, que falou na tarde desta segunda-feira, 21, com o Site Roberta Tum.

“Promoveram uma verdadeira desfiliação em massa do partido, por que se não houver suplentes, mesmo com o mandato cassado, os deputados não poderiam ser substituídos”, afirma Lutero Fonseca, que acusa o staff governista de estar buscando todos os ex-candidatos que foram votados em 2006, para se desfiliarem do DEM.

Os três suplentes que devem assumir, caso ocorra são Eduardo Gomes, mais conhecido como Eduardo Leiloeiro, Shirley Medeiros (que ocupa chefia de gabinete do deputado Osires Damaso) e Márcia Amado. Esta última, embora não tenha sido diplomada como suplente, requisitará o mandato “tão logo haja uma definição positiva do TRE”, afirma Lutero.

O primeiro suplente do DEM era Deodato Póvoa, de Dianópolis, que se desfiliou do partido, acompanhando os deputados que romperam com a direção estadual para apoiar o governador Carlos Gaguim (PMDB). Eduardo Leiloeiro teve 1763 votos, Shirley Medeiros obteve 2712 votos e Márcia Amado, registrou 888 votos. (Roberta Tum)

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