Um acordo de cooperação no valor de R$ 4,8 milhões foi assinado nesta quinta-feira, em Brasília (DF), entre o Consórcio Estreito Energia (Ceste), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em benefício aos pescadores da área de abrangência da usina, que está sendo construída na divisa do Maranhão com o Tocantins. O acordo garante a aplicação do recurso na instalação de um Complexo Integrado de Escoamento, Processamento e Beneficiamento da Produção Pesqueira na região.

Presidente do Ceste, José Renato Ponte disse que o projeto visa agregar valor à pesca sustentável. “Certamente este projeto irá alcançar o objetivo de impulsionar o comércio de pescado na região, uma vez que foi amplamente discutido com as colônias de pescadores”, acredita. A elaboração do projeto coube à equipe do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a partir de informações coletadas com os próprios pescadores.

Capacitação profissional, criação de portos de desembarque e coleta de pescado, restaurantes-escolas, um Centro Experimental de Piscicultura e Produção de Alevinos, dois complexos integrados de escoamento, beneficiamento e comercialização de pescado no Tocantins e no Maranhão e cooperativas de pescadores e piscicultores, que deterão a propriedade sobre os complexos, integram o projeto.

Presidente da colônia de pescadores Z-8, dpo município de Palmeiras, Emiliano Dias disse que “houve avanços sem conflitos”. Participaram da solenidade de assinatura do acordo de cooperação, além do presidente do Ceste, José Renato Ponte; o ministro Aldemir Gregolin, do MPA; o presidente do Ibama, Abelardo Bayma Azevedo; e representantes do Ministério das Minas e Energia e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). (Com informações da Assessoria de Comunicação do Ceste)

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