A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Ourilândia do Norte, sudeste paraense, prendeu, nos últimos dias, dois homens apontados como autores de homicídios no município. Um dos presos é Alex dos Santos que foi preso, nesta sexta-feira (29), acusado de coautoria no homicídio de Clécio Alexandre da Silva, morto na madrugada do último dia 20 de maio, em frente ao Mercado Municipal. O outro preso é Francisco de Macedo de Magalhães, de apelido Magalhoso, identificado como o autor do assassinato, esquartejamento e ocultação do corpo de Evangelista do Nascimento, de apelido Índio. As prisões foram coordenadas pelo delegado Luiz Almeida, da Delegacia de Ourilândia do Norte.

Segundo o policial civil, a equipe policial deu início às investigações dos crimes logo após tomar conhecimento dos fatos. No caso da morte de Clécio da Silva, a investigação chegou rapidamente à elucidação completa do crime. “A vítima foi morta com motivação torpe, expressada unicamente no desapreço pela vida humana e na maldade exacerbada”, afirma.

As investigações mostraram que a vítima estava na calçada do Mercado Municipal e nesse local foi agredida a golpes de madeira na cabeça pelo acusado, morrendo no local. A prisão do autor do crime foi realizada pela equipe comandada pelo delegado Luiz Almeida e investigadores César Oliveira, Luís Henrique, Thiago Alves e Rômulo Brito; e escrivães José Ferreira e Carlos Móia.

No outro caso, a prisão do autor do crime foi realizada no último dia 27, em operação da Delegacia de Ourilândia do Norte com apoio da Delegacia do município vizinho de Tucumã. Francisco de Macedo de Magalhães foi preso em um bar localizado na agrovila do Cuca. Ao ser preso, ele ainda tentou subornar um dos policiais para não ser preso. Em seguida, ele foi encaminhado à Delegacia de Ourilândia do Norte para os procedimentos cabíveis.

Magalhoso responderá pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Ele também vai responder por ameaça, resistência, posse de droga para consumo próprio e corrupção ativa. Após o crime, o acusado passou a fazer ameaças às pessoas que testemunharam o crime. Pela Delegacia de Ourilândia do Norte, estiveram em atuação os investigadores Brito e Luís Henrique; escrivão José Ferreira e delegado Luiz Almeida, e pela Delegacia de Tucumã, os investigadores Pedro e Davi, e delegado Rodrigo da Motta.

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