Com o intuito de incentivar a preservação do patrimônio cultural e ambiental do Sul do Maranhão, a conscientização e a afirmação da identidade regional, o Centro de Estudos Superiores de Imperatriz (Cesi) da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), juntamente com o Núcleo de Estudos Afro-Indígenas (Neai), está realizando o I Simpósio de Patrimônio do Sul do Maranhão. O evento teve início nesta terça-feira, 17, e se estende até sexta-feira, 20, nas dependências do Cesi – auditório e salas do curso de História.

O tema central é “Identidades, Preservação e Permanências” e vai tratar de assuntos como educação patrimonial; dinâmica das políticas públicas de cultura no Brasil e Maranhão; território e cultura indígena; a importância da história oral; lei de patrimônio, entre outros.

Durante o simpósio acontecerão palestras, oficinas, minicursos e grupos de debates com professores da Uema, da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) e técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural (IPHAN).

Podem participar alunos, professores, pesquisadores e interessados em discutir o processo de desterritorialização e expropriação dos bens culturais das populações tradicionais, em divulgar as riquezas culturais e ambientais ainda pouco conhecidas pela população maranhense, bem como se familiarizar com as mudanças da lei municipal de Patrimônio de Imperatriz.

Está previsto para esse evento, também, a eleição para representante da Universidade no Conselho Municipal de Cultura – Cadeira de Patrimônio. De acordo com o diretor de Centro, Expedito Barroso, o Simpósio é mais uma das atividades planejadas na Uema que alia Pesquisa, Ensino e Extensão. “É nossa prestação de contas à sociedade e ao Estado quanto à missão de proporcionar o avanço do conhecimento na região, bem como construir e participar dos mecanismos de controle Social de Políticas Públicas”.

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