A Secretaria Municipal de Saúde de Araguatins por meio da Vigilância Epidemiológica, realizou uma ação em alusão à “Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose” de 06 a 10 de agosto, Conforme descrição do cronograma abaixo.

O secretário municipal de Saúde, Djacy Pereira, parabenizou os profissionais envolvidos pelo empenho e dedicação. “O Prefeito Claudio Santana vem mantendo as vias e os ambientes público limpos, é importe que a população também faça a sua parte limpando seu quintal para que juntos possamos garantir a prevenção da doença.” Finalizou o Secretário.

Já o coordenador de Vigilância Epidemiológica, José Hélio Silva, ressaltou a importância dos proprietários de cães estarem observando os sinais clínicos da doença em seu animalzinho, que são; Crescimento das unhas, emagrecimento e queda de pelo, em caso de suspeita, procure o Setor de Endemias na rua: Montanos dias n°928 ou ligue no telefone: 3474 1118, whtasapp 9 9969 2864 para realização do exame.

Segundo Hélio, o município de Araguatins vem reduzindo o números de casos de Leishmaniose Visceral humano, em 2016 foram 9 (nove) casos confirmados, em quanto 2017 foram 5(cinco), já em 2018, até o dia 31 de julho, foram apenas dois casos da doença confirmado.

A doença

A Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.

Transmissão

Os transmissores são insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi.

Prevenção

A prevenção ocorre por meio do combate ao inseto transmissor. É possível mantê-lo longe, especialmente com o apoio da população, no que diz respeito à higiene ambiental. Essa limpeza deve ser feita por meio de:

* Limpeza periódica dos quintais, retirada da matéria orgânica em decomposição (folhas, frutos, fezes de animais e outros entulhos que favoreçam a umidade do solo, locais onde os mosquitos se desenvolvem);

* Destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir o desenvolvimento das larvas dos mosquitos;

* Limpeza dos abrigos de animais domésticos, além da manutenção de animais domésticos distantes do domicílio, especialmente durante a noite, a fim de reduzir a atração dos flebotomíneos para dentro do domicílio.

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