A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou na manhã desta quarta-feira, 19, a decisão do papa Francisco em nomear o padre Francisco Lima Soares como bispo da vacante diocese de Carolina, no Estado do Maranhão. A notícia foi publicada no jornal L’Osservatore Romano, às 12 horas de Roma.

Biografia

Natural de Araguatins, no Bico do Papagaio, Francisco cursou Filosofia na Universidade Estadual do Ceará (UECE). Foi ordenado presbítero em Imperatriz (MA), em 15 de julho de 1990. Em 1998 fez especialização em Filosofia e Modernidade na Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC-Minas). No ano de 1999 foi estudar na França, onde graduou-se em Ciências Sociais e Econômicas pela Universidade Católica de Paris.

Ainda pela França, nos anos de 2001 a 2003 fez mestrado em Sociologia, na mesma Universidade. Em 2004, padre Francisco fez especialização em Mídia e Opinião pela Faculdade de Jornalismo Casper Líbero em São Paulo (SP). Já de 2011 a 2013 cursou doutorado em Ciências da Educação em Assunção, capital do Paraguai. De 2016 a 2018 fez mestrado em Desenvolvimento Regional, em Goiânia (GO).

Trajetória – Em seu ministério sacerdotal, padre Francisco desenvolveu atividades em diversas pastorais e movimentos da diocese de Imperatriz e no regional Nordeste V da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Atuou como pároco, vigário paroquial da paróquia Menino Jesus de Praga; diretor da TV Anajás, afiliada da Rede Vida em Imperatriz; promotor vocacional da diocese; assessor diocesano da Pastoral da Juventude; vice-presidente da Comissão Regional do Clero e presidente da Associação dos Presbíteros do Maranhão.

Atualmente, padre Francisco exercia os postos de administrador da diocese de Imperatriz e pároco da Catedral Nossa Senhora de Fátima. Neste ano de 2018 tinha sido nomeado ainda como membro do Conselho Econômico e Vigário Geral da diocese de Imperatriz. (Ascom CNBB)

- Publicidade -

FAÇA UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.