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Saúde e Bem Estar

10 erros ao dirigir que você não deve cometer

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Boa parte das pessoas não vê a hora de fazer 18 anos para poder tirar a sua habilitação, e quando atinge essa idade é uma felicidade.

Porém, para poder dirigir é preciso primeiro frequentar a auto escola com aulas práticas e teóricas e depois ser aprovado no exame do Detran.

E, mesmo com a habilitação em mãos, muitos de nós, até mesmo quando temos prática ao volante, acabamos cometendo erros sem perceber.

Alguns desses erros ao dirigir acabam colocando não apenas o motorista em risco, mas todas as pessoas ao seu redor. Por isso, saiba quais são eles e tome cuidado.

Não trocar certo o óleo

O óleo do motor precisa ser trocado periodicamente e ser adequado ao motor do carro, mas para economizar tem gente que acha que vale tudo.

Usar o óleo errado vai causar problemas no motor e pode resultar em acidentes. Nada de economizar nessa hora!

Não posicionar os espelhos

É sempre precisa saber o que está acontecendo atrás de você, não somente quando for dar marcha ré.

Mas, se parar para observar, a maioria dos motoristas não estão com o espelho posicionado corretamente, impedindo de se ter uma visão ampla.

O resultado pode ser percebido nos carros que são fechados e até mesmo em colisões que ocorrem por falta de visão.

Usar a embreagem como freio

A embreagem tem a função de ajudar na troca de marcha e não de manter o carro parado. O freio existe para fazer essa função.

Mesmo assim, alguns motoristas ainda insistem em usar de forma errada, apenas para ficar mais cômodo ou facilitar na hora da saída.

Se não gosta de ficar trocando o pé de pedal, é melhor comprar um carro automático do que colocar as pessoas ao seu redor em risco.

Frear bruscamente

Tem gente que já descobriu que o freio para o carro, porém, ainda não aprendeu o momento certo de usá-lo.

Ao invés de ir desacelerando lentamente, prefere frear bruscamente e repentinamente.

Fazendo isso, o carro que vem atrás pode não ter tempo de parar e acabar colidindo na traseira.

Não ficar em uma faixa

Às vezes parece que o motorista está bêbado, pois não para em nenhuma faixa, fica mudando de uma para outra.

Mas na verdade ele só está indeciso e colocando as pessoas ao redor em risco.

É preciso evitar ficar mudando de faixa sem que haja necessidade e sempre que for fazer isso é preciso sinalizar e observar se a passagem está livre.

Não ligar os faróis e lanternas

Durante à noite, esses itens são obrigatórios, mas, mesmo assim, ainda vemos alguns esquecidinhos com as lanternas apagadas.

Em uma estrada, esses itens são ainda mais fundamentais, pois a iluminação ao redor tende a ser bem menor.

E não é apenas à noite que os faróis devem estar ligados, mas quando o dia estiver nublado e, nas estradas federais, até durante o dia, mesmo que esteja ensolarado.

Deixar o farol alto

O farol alto costuma atrapalhar bastante os motoristas ao redor. Quando eles vêm na pista contrária ficam sem uma boa visão e, quando estão na sua frente, ficam incomodados.

Esse farol só deve ser usado em locais que não tenham iluminação e que o fluxo de veículos seja baixo, para não se tornar um incômodo.

Dirigir lentamente na pista de ultrapassagem

Todo mundo sabe que a pista da esquerda é para ser usada por quem está em velocidade mais alta e deseja ultrapassar os outros carros.

Porém, sempre tem alguém que resolve dirigir em baixa velocidade nela. O resultado são os outros carros ultrapassando pelas outras pistas e colocando todos em risco.

Não dar seta

A seta é obrigatória em diversas situações, porém, para alguns motoristas parece que esse item é opcional.

Não sinalizar quando se vai mudar de pista, entrar em um local e outros, aumenta o risco das pessoas ao redor.

Mesmo que o barulho da seta possa incomodar um pouco, ele é necessário para evitar acidentes e cumprir as leis de trânsito.

Não posicionar o banco corretamente

Deixar o banco muito deitado ou em qualquer outra posição inadequada, dificulta a visualização da pista.

Quando não se vê corretamente o que está acontecendo ao redor, os riscos ficam muito maiores.

Por isso, sempre deixe o banco ereto e de forma que veja bem a pista e consiga conduzir bem.

E você, está cometendo algum desses erros e sendo um mau motorista? Se não está, marque aqui seu amigo que faz isso para que ele possa se tornar um ótimo motorista.

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Saiba se o seu perfil combina com seu emprego

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Recentemente, foi noticiado, que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê aumento da taxa de desemprego no Brasil para 12,4% em 2017, quase 1 ponto percentual maior do que em 2016. Desta forma, estima-se que o Brasil terá 13,6 milhões de desempregados até o fim deste ano. Esses números, com certeza assustam qualquer um, afinal de contas, não há estabilidade em nenhuma área. Por conta disso, muitas pessoas têm buscado uma oportunidade de recolocação no mercado de trabalho e muitos ainda estão em busca do seu primeiro emprego .

Mas, para as pessoas que estão empregadas, como será que elas estão vendo essa situação?

Qual é a sua situação atual? Está insatisfeito com o seu emprego e pensa em procurar outro?

Quer saber que tipo de emprego combina com você?

É um momento de reflexão em todos os sentidos. Então, aproveite e faça o TESTE a seguir para identificar se o seu perfil combina com o seu emprego. Acesse www.topquiz.com.br/populares/o-seu-perfil-combina-com-o-seu-emprego para fazer o TESTE!

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Como mulheres violentadas redescobrem o prazer sexual

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A mexicana Edelmira Cárdenas nunca conseguiu esquecer sua primeira relação sexual.

Ainda adolescente, ela foi sedada por um primo mais velho e posteriormente violentada.

“Meu corpo ficou mole, mas eu estava consciente”, relembra ela à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

“E aconteceu comigo o que acontece com a maioria que sofre abuso sexual; o agressor foi alguém próximo”, completa.

Trauma

As estatísticas embasam a afirmação de Edelmira.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos uma em cada cinco mulheres já foi vítima de estupro e mais da metade delas conhecia o agressor.

“Ele dizia que me amava, era parte da família e fiquei totalmente traumatizada”, diz.

“Perdi minha virgindade, meu selo de garantia, já que não era mais ‘digna de matrimônio'”, acrescenta.

Edelmira nunca se atreveu a contar a ninguém o que passou.

Recuperação

Tampouco disse ao primeiro namorado, com quem começou a sair quando tinha 18 anos, que havia sido violentada .

“Ele morava do outro lado do país, por isso era difícil termos contato físico”, explica.

“Nos comunicávamos por cartas, aí sim, cheias de erotismo, que faziam minha imaginação voar”, lembra.

Quando estavam juntos, o casal decorava o ambiente com velas e flores. Foi assim que Edelmira se permitiu a voltar, pouco a pouco, a ter desejo.

“Mas não lhe deixava tocar meu corpo”, ressalva.

E ela também se autoimpunha uma proibição: “Não me permitia ter prazer”.

Nesse tempo, começou a trabalhar no governo de seu Estado natal, porque queria se dedicar a políticas sociais.

“Ali me deparei com o assédio sexual, o que me fez lembrar de quando fui estuprada, e outra vez me obriguei a adormecer minha sexualidade”, relata a mexicana, hoje sexóloga e comunicadora.

Mas Edelmira continuou mergulhada na literatura erótica, lendo sobre o feminismo e dando assistência a mulheres que haviam passado por situação parecida à dela.

Rosas e aromas

Com seu segundo namorado, aos 20 anos, as carícias deram lugar a outras coisas.

“Quando tivemos nossa primeira relação sexual completa foi diferente, pois ele usou palavras bonitas, pétalas de rosas e aromas, dissipando meus medos”, lembra.

Edelmira ressalva que não tomou a iniciativa pois não queria que ele acreditasse que ela “tinha experiência”.

“Não queria que ele me perguntasse: ‘Quem te ensinou isso?’, diz.

Ela acrescenta, contudo, que a reconciliação com seu próprio prazer sexual começou quando passou a se masturbar.

“É que, apesar de tudo, nunca havia tido um orgasmo”, diz.

Rejeição

Luz Jaimes, médica, terapeuta sexual e secretária da Federação Latino-americana de Sociedades de Sexologia e Educação Sexual, diz ter conhecido muitas histórias como a de Edelmira.

“Os casos de mulheres com disfunções sexuais que buscam nosso apoio depois de serem violentadas são mais frequentes do se imagina”, diz ela.

“A maior parte das pacientes que nos procura imediatamente após o ocorrido costuma ser geralmente adolescentes”, explica.

“Mas também nos pedem ajuda mulheres adultas com dificuldades para ter relações sexuais, e, durante a terapia, descobrimos que foram violentadas em algum momento de suas vidas”, acrescenta.

Segundo especialistas, a literatura e o cinema de cunho erótico podem ser ferramentas importantes para recuperar a sexualidade após um estupro.

Luz diz que essas mulheres precisam de psicoterapia, além de apoio do entorno. O tratamento, assinala a especialista, depende do impacto da experiência sobre as vítimas.

“A maioria sofre de transtornos físicos, pesadelos, falta de desejo; algumas sentem dor durante as relações ou não tem orgasmos, outras rejeitam qualquer situação sexual, ou reagem de maneira agressiva porque não podem manifestar seu mal-estar”, enumera.

“Mas nem todas demonstram sentimentos de culpa, ou inibições com o sexo; e outras tendem à hipersexualização”, diz.

‘Meu corpo de volta’

Pavan Amara foi vítima de abuso sexual durante a adolescência. Já adulta, fundou no Reino Unido o projeto My Body Back (‘Meu corpo de volta’, em tradução livre).

A iniciativa conta com clínicas que oferecem exames a mulheres que sofreram abuso sexual e não querem ir ao ginecologista, além de unidades de maternidade especializadas e grupos de leitura.

Mas Amara também se interessa por trabalhar outro campo para melhorar a vida de quem passou por essa experiência ruim: o sexo.

Ela diz que uma mulher britânica de 43 anos ─ violentada por seu padrasto desde os oito anos ─ contou em uma das sessões que tenta controlar sua mente enquanto faz sexo para evitar ter um flashback.

“Durante todo o processo, tenho medo de que as lembranças voltem e preciso controlar o vômito. Por causa disso, é impossível alcançar o orgasmo”, diz.

Mas nem todas as vítimas de estupro desenvolvem inibição ou rejeição aos momentos íntimos.

O processo de Sandy, de 41 anos, violentada por um amigo, foi muito diferente.

Após o ocorrido, ela começou a ter sexo “com todos os homens que podia”.

“Para se ter uma ideia, uma vez fui ao supermercado comprar algo para jantar. E acabei fazendo sexo com o rapaz do caixa no mesmo dia. Não satisfeita, consegui o telefone do cara que estava colocando os produtos nas prateleiras. Liguei para ele no dia seguinte e fomos para a cama”, completa.

Café e vibradores

Faz dois anos que Amara conheceu o Sh! Women’s Erotic Emporium, uma sex shop de Londres exclusiva para mulheres. O local ajuda aquelas que têm disfunções sexuais a superar os seus traumas.

“Ela nos enviou uma carta lindíssima, nos encontramos com ela e planejamos novas maneiras de ajudar as sobreviventes de violência sexual”, conta a dona do local, Renée Denyer.

A partir de então, a cada seis semanas, é organizado um evento chamado Café V, dedicado a mulheres vítimas de abusos que já recebem terapia profissional e que estão preparadas para explorar o sexo novamente.

“São reuniões nas quais falamos de lubrificação, de anatomia, nas quais elas praticam o sexo com uma réplica (dos genitais)…Trata-se de reaprender o contato sexual, e sentir-se sexual e sensual”, explica.

As reuniões contam com 25 pessoas e sempre estão cheias.

“Em relação aos conselhos que damos, depende do estado da vítima”, afirma.

É oferecido, por exemplo, um kit de dilatação, composto por vibradores de vários tamanhos, o menor equivalente à unha de um dedo mindinho.

“(O kit) Ajuda a relaxar a vagina, e o objetivo é que a mulher volte a desfrutar da penetração”, diz.

Mas outras preferem começar assistindo a DVDs, ou consumindo literatura erótica, como Eldemira Cárdenas.

“A questão é ter seu corpo de volta e reconstruir-se como mulher”, conclui Edelmira.

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Saúde e Bem Estar

3 medos que você precisa superar já

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Pavor de barata, de altura, de arriscar a primeira invertida na aula de ioga… Quem não? O sentimento de insegurança faz parte do nosso instinto de proteção, mas precisa ser superado. “Senão, ele pode se tornar um fator limitante na vida profissional e até mesmo na amorosa”, diz a coach Paula Abreu, do Rio de Janeiro. Ela listou alguns temores comuns e sugere como ultrapassá-los.

1. MEDO DE TERMINAR UM RELACIONAMENTO

Nada de manter um casamento morno por receio de ficar sozinha. Pense nas suas qualidades e como elas são valorizadas pelas pessoas ao seu redor. Você vai perceber que, sim, é capaz de conquistar um outro gato ou de curtir pelo tempo que quiser a vida livre, leve e solta.

2. MEDO DE ENGORDAR

A ideia de comer um brigadeiro parece assustadora quando o objetivo é emagrecer ou se manter magra. Mas a balança não vai ser prejudicada se você programar um dia da semana para liberar o doce e, independentemente do que as pessoas pensem, curtir cada mordida sem a mínima culpa.

3. MEDO DO NOVO

Se você evita viajar, mudar de casa ou andar por um caminho diferente porque teme o desconhecido, planeje os passos para realizar seus sonhos. O desejo é mochilar pela Europa? Organize cada etapa do processo (roteiro, dinheiro, documentos) e atinja uma de cada vez. Acredite: logo você estará lá!

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